O papel ainda é o principal insumo na Gestão Imobiliária, mas são vários os processos que poderiam ser mencionados os quais as empresas e seus clientes poderiam se abster dos meios tradicionais a fim de se posicionar em práticas mais sustentáveis. Mas na visão do diretor de Tecnologia da Base Software, Robson Branco, para que isso seja possível, as empresas devem restabelecer as bases operacionais a fim de diminuir cada vez mais a dependência desse insumo, por meio de migração para os sistemas digitais.
“Essa mudança somente será possível com o a adequação de todas as partes envolvidas nos processos, a começar por ter parceiros estratégicos que estejam alinhados nos projetos de inovação e preparados para integrar tudo em uma solução que atende aos critérios de sustentabilidade nos negócios”, afirma.
Branco orienta que alguns paradigmas devem ser trabalhados, principalmente nas áreas de contas a pagar e contas a receber. “É importante que nesses processos sejam revistos antigos conceitos de operacionalidade e segurança como a autenticação mecânica nas fichas de compensação”, comenta.
É fato que fichas de compensação impressas já podem ser acessadas digitalmente via internet e podem ser pagas por meios eletrônicos eficientes e seguros, ou até mesmo serem substituídas pelo DDA - Débito Direto Autorizado - que foi desenvolvido pela FEBRABAN - Federação Brasileira de Bancos - com vistas à economia, praticidade e conveniência e segurança.
“Basicamente todos os serviços existentes em papel podem contar com soluções substitutas em mídias digitais, como e-mail, SMS e website, que dessa forma, como uma iniciativa motivada por critérios de sustentabilidade, gera outras oportunidades de negócios, além de melhorar os processos, o que permite fazer melhor, com menos custos e mais lucratividade,” conclui.
Gestão imobiliária, pronta para um mundo sem papel